简体中文
繁體中文
English
Pусский
日本語
ภาษาไทย
Tiếng Việt
Bahasa Indonesia
Español
हिन्दी
Filippiiniläinen
Français
Deutsch
Português
Türkçe
한국어
العربية
Gastos com cartões mostram que espanhóis saindo do isolamento correm às lojas
Resumo:O afrouxamento do isolamento pelo coronavírus na Espanha levou os cidadãos a gastarem à vontade em maio depois de ficarem um mês e meio sem ir às compras, mostraram dados bancários de transações c
Por Clara-Laeila Laudette
MADRI (Reuters) - O afrouxamento do isolamento pelo coronavírus na Espanha levou os cidadãos a gastarem à vontade em maio depois de ficarem um mês e meio sem ir às compras, mostraram dados bancários de transações com cartões do segundo maior banco do país, BBVA, nesta sexta-feira.
No mês passado, os gastos subiram 8% nas regiões que entraram na fase 2, um estágio mais avançado do plano de relaxamento espanhol de quatro partes. Em algumas províncias, os gastos cresceram 16%. Na comparação ano a ano, o total de transações com cartões em lojas caiu 60% em abril.
O consumo de alimentos, eletrodomésticos, saúde, livros e mídia impulsionou o aumento. Lazer e viagens não deram sinal de recuperação, já que as duas indústrias estão praticamente paralisadas.
A suavização das restrições também prejudicou os gastos na internet, que só representaram 15% do consumo total contra 18% no mesmo período do ano passado.
Os gastos dos consumidores em áreas que permaneceram na fase 1 não melhoraram, retraindo cerca de 10% na última semana de maio, disse o BBVA.
A Espanha sofreu um dos piores surtos de coronavírus do mundo, com 27.133 mortes e 240.660 casos confirmados até agora. A economia, que depende muito do turismo e da hospitalidade, se retraiu 5,2% no primeiro trimestre.
Se a economia espanhola encolher 13,5% em 2020 – a projeção mais pessimista –, o risco de insolvência dos negócios pode triplicar, e nos setores mais afetados até multiplicar por oito, disse o Instituto Global McKinsey's nesta sexta-feira.
As pequenas e médias empresas respondem por uma fração maior da economia espanhola do que a média da União Europeia – 47% da mão de obra da Espanha trabalha em companhias com menos de 20 empregados – e são especialmente vulneráveis a crises econômicas, acrescentou o instituto.
Isenção de responsabilidade:
Os pontos de vista expressos neste artigo representam a opinião pessoal do autor e não constituem conselhos de investimento da plataforma. A plataforma não garante a veracidade, completude ou actualidade da informação contida neste artigo e não é responsável por quaisquer perdas resultantes da utilização ou confiança na informação contida neste artigo.
