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Ibovespa recua após recorde, antes de decisões de política monetária na 4ª-feira
Resumo:O principal índice da bolsa paulista recuou nesta terça-feira, refletindo a cautela dos mercados globais, com investidores de olho no intenso noticiário corporativo, e aguardando decisões sobre polít
Por Peter Siqueira
SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista recuou nesta terça-feira, refletindo a cautela dos mercados globais, com investidores de olho no intenso noticiário corporativo, e aguardando decisões sobre política monetária marcadas para a quarta-feira.
Após ter atingido nova máxima de fechamento na véspera, o Ibovespa caiu 0,58%, a 107.556,26 pontos. O volume financeiro da sessão somou 15,1 bilhões de reais.
As quedas do setor financeiro pesaram no índice, mas o recuo no Ibovespa foi mitigado por papéis da Petrobras.
Por aqui, os agentes aguardam para quarta-feira decisão do Copom sobre política monetária. A previsão majoritária é de corte 0,5 ponto percentual na Selic, para 5% ao ano. Nos EUA, a estimativa dominante é de que o Federal Reserve corte o juro do país em 0,25 ponto percentual, o que levaria a taxa para um intervalo entre 1,5% a 1,75%.
Juros mais baixos melhoram a atratividade da renda variável, e a queda da Selic a sucessivas mínimas históricas tem sido citada por analistas como fator para a alta do Ibovespa.
Nos EUA, o presidente Donald Trump disse que o banco central precisa seguir outros países com juros negativos.
Além de Magazine Luiza, investidores aguardam ainda nesta terça-feira os resultados trimestrais de Smiles, Cielo, Ecorodovias, Raia Drogasil e Multiplan.
DESTAQUES
- ITAÚ UNIBANCO PN perdeu 1,77%, em dia ruim para o setor bancário. BRADESCO PN recuou 1,1% e BANCO DO BRASIL ON desvalorizou-se 0,27%.
- CCR RODOVIAS perdeu 2,25%, após a empresa anunciar na véspera lucro líquido de 340,2 milhões de reais no terceiro trimestre, queda de 6,9% ante mesmo período de 2018, abaixo da previsão média de analistas consultados pela Refinitiv, de 445,1 milhões de reais.
- MAGAZINE LUIZA ON cedeu 3,56%, com o balanço trimestral esperado para após o encerramento da sessão, assim como de CIELO ON, que ganhou 1,66% e RAIA DROGASIL ON, que subiu 2,24%, atingindo nova máxima.
- VALE ON recuou 0,1%, seguindo tendência negativa dos futuros de minério de ferro.
- BRF ON avançou 0,28%. A empresa anunciou acordo preliminar com autoridade da Arábia Saudita para a construção de uma fábrica de produtos processados de frango no país. No setor, Marfrig recuou 0,09%, e JBS cedeu 0,77%.
- B2W GLOBAL ON caiu 1,83%, após chegar a acordo para vender produtos da rede Centauro na plataforma online que controla Americanas.com. O Grupo SBF, dono da Centauro, fechou estável.
- EDP BRASIL ON valorizou-se 0,76%, após ter subido 2,49% na sessão da véspera.
- PETROBRAS PN ganhou 0,74%. O presidente da petrolífera afirmou que o processo de venda das primeiras refinarias teve a conclusão postergada e projetou que um negócio pelos ativos pode ser anunciado até março de 2020.
- OI ON fechou em alta de 3,3 por cento. Mais cedo, executivos das rivais TIM e Telefônica Brasil afirmaram durante fórum do setor de telecomunicações que podem considerar compra de ativos da empresa se eles forem colocados à venda.
- KLABIN UNIT teve queda de 0,7%. Em teleconferência com analistas, executivos da companhia citaram que esperam que os preços de celulose de fibra curta fiquem estáveis até o Ano Novo Chinês, no final de janeiro do próximo ano.
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