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    Eleições EUA: As sondagens explicadas e os momentos chave até agora

      As intenções de voto dos americanos nunca mudaram abruptamente nos últimos sete meses - Biden manteve-se sempre à frente de Trump. No entanto, ter mais votos não garante necessariamente a vitória ao candidato democrata

      Falta menos de um mês para as eleições presidenciais dos Estados Unidos da América. No dia 3 de novembro, Joe Biden, do Partido Democrata, e Donald Trump, do Partido Republicano, vão às urnas. Biden tem liderado as sondagens há vários meses – mas nenhum resultado está garantido.

      Ao analisar as sondagens, devemos ter em conta que os números podem ser enganadores. Em 2016, Hillary Clinton liderava todas as sondagens e até chegou a ter mais 2.87 milhões de votos que Donald Trump. No entanto, perdeu as eleições no colégio eleitoral, o sistema que rege as eleições americanas.

      Desde esse ano, os analistas têm procurado não repetir os mesmos erros. A FiveThirtyEight, um site de sondagens criado por Nate Silver, foi uma das plataformas que decidiu otimizar o seu método de análise. As suas sondagens nacionais (figura 1) combinam os resultados de várias sondagens das eleições presidenciais americanas e criam uma média das mesmas.

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      Figura 1

      Biden sempre à frente

      Os EUA (e o mundo) viveram momentos marcantes nos últimos sete meses. Desde a pandemia da covid-19, a morte de George Floyd, a divulgação das declarações de impostos de Donald Trump ou o seu diagnóstico recente de Covid-19.

      Apesar de todos estes acontecimentos, a evolução das sondagens desde o início de março revela que as intenções de voto nos candidato não sofreram nenhuma mudança drástica ao longo dos tempos. A liderança de Biden manteve-se sempre estável, com alguns momentos de maior ou menor distância de Trump.

      Ao longo destes setes meses, Biden conseguiu distanciar-se por mais de 9 pontos percentuais de Trump em dois momentos. O primeiro foi em junho, depois de Trump se declarar o Presidente da “Lei e Ordem” perante os protestos antirracistas do país. O segundo foi em agosto, quando o candidato do Partido Democrata anunciou Kamala Harris como sua vice-presidente.

      Neste momento, Biden está no seu maior pico de distância de Donald Trump desde o dia 1 de março – vai à frente por 10.1 pontos percentuais. Esta subida surge poucos dias depois do primeiro debate presidencial e de Trump ser diagnosticado com Covid-19.

      As subidas ligeiras de Trump

      Ao longo dos últimos 7 meses, Trump nunca ultrapassou Biden nas sondagens. Na realidade, nunca esteve a menos de 3.4% do seu opositor político – ao contrário dos dados das sondagens de 2016, em que chegou a estar a 0.2 pontos percentuais de Hillary Clinton.

      O momento em que a distância entre Trump e Biden mais encurtou foi no início de abril, quando os EUA estavam no meio da pandemia da covid-19. No entanto, duas semanas depois, Biden já estava outra vez com uma distância de sete pontos percentuais de Trump – previsivelmente graças ao apoio oficial de Bernie Sanders, seu opositor nas eleições primárias democratas, no dia 13 de abril.

      No dia 19 de setembro, Trump conseguiu recuperar ligeiramente a sua distância – estava a 6.6 pontos percentuais de Biden. A razão deste fenómeno poderá ter sido a realização da Convenção Nacional do Partido Republicano no final de agosto. A subida não durou muito tempo: no início de outubro, Biden já estava novamente com uma vantagem de mais de 8 pontos percentuais sobre o Presidente americano.

      Os Estados que decidem as eleições

      No sistema eleitoral americano, não basta ter mais votos para ganhar eleições – caso assim fosse, Hillary Clinton tinha sido eleita presidente em 2016, ou Al Gore em 2000. O resultado das eleições é definido pelo sistema do colégio eleitoral, que garantiu as vitórias de Trump nas últimas eleições e de Bush há vinte anos.

      De acordo com o sistema do colégio eleitoral, cada Estado tem o número de votos que corresponde ao seu número de membros no Congresso Americano. Estados como a Florida e o Texas têm trinta e oito e vinte e nove votos, respetivamente, enquanto Estados como o Vermont ou o Wyoming têm apenas três votos cada.

      Por essa razão, vencer em mais Estados e ter mais votos não significa necessariamente ganhar as eleições. As sondagens da FiveThirtyEight indicam que, neste momento, Biden conseguirá assegurar 344 votos do colégio eleitoral, enquanto Trump terá apenas 194. No entanto, caso consiga vencer Estados como a Florida ou a Pensilvânia, o atual Presidente americano ainda poderá sonhar com a reeleição.

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